
terça-feira, 14 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
"O indutor da depredação"
Os indutores da depredação
Na História da Humanidade sempre apareceu mesmo que escondido na sua mediocridade de apenas executor – com o rosto encapuzado – a figura do carrasco.
Na Idade Média era dele a tarefa de acender as chamas das fogueiras dos condenados. Séculos adentro, enforcava ou cortava cabeças, sempre obedecendo a ordens de um rei ou governante ávido de poder. Sem nada questionar apenas cumprindo seu papel. O de Carrasco. Um carrasco nunca era conhecido de ninguém, um fantasma infiltrado na sociedade a serviço do poder.
Porém, trazia pânico e medo no imaginário das pessoas. Há vestígios de carrascos até mesmo nos “anos de luz” – Iluminismo – o movimento que atacou sistematicamente tudo aquilo que fosse considerado contrário à busca da felicidade, da justiça e da igualdade. Os “déspotas esclarecidos”, intrigantemente surgem nestes anos de luz e com eles os carrascos de sempre. O Iluminismo(com todo respeito aos seus grandes precursores – Francis Bacon, René Descartes, Issac Newton – e aos filósofos iluministas – Voltaire, Montesquieu, Jean Le Rond D’Alembert, Jacques Rousseau) falha por ter menosprezado o valor das Tradições para os povos da Terra. Talvez por isto, nem estes “anos de luz” com suas idéias libertárias que tanto influenciaram na evolução das sociedades humanas, foram capazes de eliminar a função do Carrasco dentro delas. Nos dias de hoje o paradigma que se apresenta com o advento do capitalismo e dos ciclos econômicos (como cita o Sr. Osmar da Silva Laranjeiras – típico carrasco do mundo globalizado) é o crescimento à custa da depredação do meio ambiente e extinção de comunidades tradicionais, acabando por colocar em risco a manutenção e sustentabilidade da vida no planeta. É claro que os povos e as comunidades reagem. E mais uma vez na história, os detentores do poder, para manter seus interesses megalomaníacos, hoje nos domínios do capital como único meio de desenvolvimento, recorrem mais uma vez à velha profissão do carrasco, agora serviçais dos indutores da depredação - através dos conhecidos índices da economia... mais modernos, os carrascos de nosso tempo se aperfeiçoam, frequentam cursos de graduação e alguns até de mestrado. Mas continuam sem ter o menor conhecimento dos condenados a quem executam. O Sr. Osmar da Silva Laranjeiras (funcionário da Infraero) é encarregado de conduzir as desapropriações de terras para fins de ampliação do aeroporto de Viracopos, que acarretará com o soterramento de um dos últimos fragmentos de cerrado na região de Campinas e uma de suas últimas reservas ambientais, repleta de recursos hídricos e matas ciliares. Ele classifica todo este bioma de “pequenas e inexpressivas manchas verdes”, demonstrando total ignorância sobre o local. Este senhor deveria ter mantido a tradição de seus ancestrais – os carrascos da Idade Média – e continuado como até agora, em silêncio. Não compareceu em nenhuma das audiências públicas (ou como disse Chico Lêmure Telúrico: “se acovardou diante das evidências de sua fala imunda”), com seus argumentos evasivos, mentirosos e eventuais. Usa o termo “indutor do crescimento” para justificar esta obra ambientalmente inaceitável numa cidade, que segundo ele mesmo, já é uma das rendas per capita mais altas do país, não precisando, obviamente, de nenhum mega empreendimento para crescer, indutor sim, mas da depredação ambiental de seus últimos recursos naturais de forma irreversível. Em toda a cidade restaram apenas pequenas manchas verdes da sua vegetação nativa, porém, não inexpressivas porque é tudo o que temos – e uma delas é o Cerrado Viracopos (uma das maiores e mais preservadas destas pequenas manchas verdes) – que não é possível de ser mitigado. O carrasco quando executa uma pena de morte, sabe que o condenado, inocente ou não, jamais poderá retornar à vida. Pense nisto!
Sobre carrascos e torturas, escreveu o escritor uruguaio, Mario Benedetti:
“ Alguém limpa a cela da tortura, lava o sangue, mas não a amargura.”
Amargura...é o que restará às pessoas retiradas de suas casas, de suas vidas simples e tradicionais em nome do capital, indutor da depredação ambiental e humana.
Dorinha Meres
Dona de casa, moradora em Campinas-SP
Na História da Humanidade sempre apareceu mesmo que escondido na sua mediocridade de apenas executor – com o rosto encapuzado – a figura do carrasco.
Na Idade Média era dele a tarefa de acender as chamas das fogueiras dos condenados. Séculos adentro, enforcava ou cortava cabeças, sempre obedecendo a ordens de um rei ou governante ávido de poder. Sem nada questionar apenas cumprindo seu papel. O de Carrasco. Um carrasco nunca era conhecido de ninguém, um fantasma infiltrado na sociedade a serviço do poder.
Porém, trazia pânico e medo no imaginário das pessoas. Há vestígios de carrascos até mesmo nos “anos de luz” – Iluminismo – o movimento que atacou sistematicamente tudo aquilo que fosse considerado contrário à busca da felicidade, da justiça e da igualdade. Os “déspotas esclarecidos”, intrigantemente surgem nestes anos de luz e com eles os carrascos de sempre. O Iluminismo(com todo respeito aos seus grandes precursores – Francis Bacon, René Descartes, Issac Newton – e aos filósofos iluministas – Voltaire, Montesquieu, Jean Le Rond D’Alembert, Jacques Rousseau) falha por ter menosprezado o valor das Tradições para os povos da Terra. Talvez por isto, nem estes “anos de luz” com suas idéias libertárias que tanto influenciaram na evolução das sociedades humanas, foram capazes de eliminar a função do Carrasco dentro delas. Nos dias de hoje o paradigma que se apresenta com o advento do capitalismo e dos ciclos econômicos (como cita o Sr. Osmar da Silva Laranjeiras – típico carrasco do mundo globalizado) é o crescimento à custa da depredação do meio ambiente e extinção de comunidades tradicionais, acabando por colocar em risco a manutenção e sustentabilidade da vida no planeta. É claro que os povos e as comunidades reagem. E mais uma vez na história, os detentores do poder, para manter seus interesses megalomaníacos, hoje nos domínios do capital como único meio de desenvolvimento, recorrem mais uma vez à velha profissão do carrasco, agora serviçais dos indutores da depredação - através dos conhecidos índices da economia... mais modernos, os carrascos de nosso tempo se aperfeiçoam, frequentam cursos de graduação e alguns até de mestrado. Mas continuam sem ter o menor conhecimento dos condenados a quem executam. O Sr. Osmar da Silva Laranjeiras (funcionário da Infraero) é encarregado de conduzir as desapropriações de terras para fins de ampliação do aeroporto de Viracopos, que acarretará com o soterramento de um dos últimos fragmentos de cerrado na região de Campinas e uma de suas últimas reservas ambientais, repleta de recursos hídricos e matas ciliares. Ele classifica todo este bioma de “pequenas e inexpressivas manchas verdes”, demonstrando total ignorância sobre o local. Este senhor deveria ter mantido a tradição de seus ancestrais – os carrascos da Idade Média – e continuado como até agora, em silêncio. Não compareceu em nenhuma das audiências públicas (ou como disse Chico Lêmure Telúrico: “se acovardou diante das evidências de sua fala imunda”), com seus argumentos evasivos, mentirosos e eventuais. Usa o termo “indutor do crescimento” para justificar esta obra ambientalmente inaceitável numa cidade, que segundo ele mesmo, já é uma das rendas per capita mais altas do país, não precisando, obviamente, de nenhum mega empreendimento para crescer, indutor sim, mas da depredação ambiental de seus últimos recursos naturais de forma irreversível. Em toda a cidade restaram apenas pequenas manchas verdes da sua vegetação nativa, porém, não inexpressivas porque é tudo o que temos – e uma delas é o Cerrado Viracopos (uma das maiores e mais preservadas destas pequenas manchas verdes) – que não é possível de ser mitigado. O carrasco quando executa uma pena de morte, sabe que o condenado, inocente ou não, jamais poderá retornar à vida. Pense nisto!
Sobre carrascos e torturas, escreveu o escritor uruguaio, Mario Benedetti:
“ Alguém limpa a cela da tortura, lava o sangue, mas não a amargura.”
Amargura...é o que restará às pessoas retiradas de suas casas, de suas vidas simples e tradicionais em nome do capital, indutor da depredação ambiental e humana.
Dorinha Meres
Dona de casa, moradora em Campinas-SP
terça-feira, 30 de junho de 2009
FORÇA -TAREFA PARA ALAVANCAR VIRACOPOS
Reuniram-se hoje na Câmara Americana de Comércio de Campinas, empresários do setor público e privado para o Seminário de Infraestrutura Logística , onde foi lançado uma força-tarefa que visa fazer com que oss projetos de ampliação do aeroporto internacional de Viracopos, bem como a criação do Trem de Alta Velocidade (TAV) saiam de vez do papel e se tornem realidade.
No seminário pessoas ligadas ao desenvolvimento dos projetos , nas esferas municipal, estadual e Federal esclareceram em que estágio está o andamento dos projetos e o que precisa ser feito para a concretização de ambos.
Em entrevista à televisão o coordenador do evento se mostrou bastante animado com o que foi conversado e satisfeito com a força-tarefa que só terminará quando o projeto estiver concluido.
Coincidentemente a isso o caderno especial do principal jornal de Campinas, tras em 4 páginas patrocinadas pela TAM ( dizem que usa dinheiro do BNDES, será que para encartes pagos em jornais, também ?) uma extensa propaganda sobre os benefícios que será a mega ampliação. Para finalizar, o que mais dói é ler neste mesmo caderno que a prefeitura municipal de Campinas promove o desenvolvimento com SUSTENTABILIDADE.
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No seminário pessoas ligadas ao desenvolvimento dos projetos , nas esferas municipal, estadual e Federal esclareceram em que estágio está o andamento dos projetos e o que precisa ser feito para a concretização de ambos.
Em entrevista à televisão o coordenador do evento se mostrou bastante animado com o que foi conversado e satisfeito com a força-tarefa que só terminará quando o projeto estiver concluido.
Coincidentemente a isso o caderno especial do principal jornal de Campinas, tras em 4 páginas patrocinadas pela TAM ( dizem que usa dinheiro do BNDES, será que para encartes pagos em jornais, também ?) uma extensa propaganda sobre os benefícios que será a mega ampliação. Para finalizar, o que mais dói é ler neste mesmo caderno que a prefeitura municipal de Campinas promove o desenvolvimento com SUSTENTABILIDADE.
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
BATATA ASSOU PARA XICO GRAZIANO
O Secretário Estadual de Meio Ambiente, Xico Graziano diferentemente do que eu imaginava, sentiu a batata assar e não quis segurar a batata sozinho. Em Congresso partidário ocorrido em Jaguariúna no sábado 27/06 o governador disse que foi alertado por Xico sobre a fúria dos ambientalisas pelo descalabro e também sobre a exclusão do Consema do grupo que decidirá sobre a licença ambiental.
Esta pressão que o Xico está sentindo é fruto da reunião ocorrida recentemente entre renomados ambientalistas de Campinas e moradores do entorno.
O Governador´disse então que vai se reunir com o Ministro da Defesa, Nélson Jobim para discutir sobre os impactos ambientais que ocorrerão, mas, que defende a urgente ampliação e que ela seja feita na forma de concessão.
Concessão de direito real de uso é claro porque assim não se ocupa com obras, principalmente em ano eleitoral que precisa de foco , e já encaminha para a iniciativa Privada a posse definitiva do mega Empreendimento.
Mas, de qualquer forma é salutar saber que o secretário sentiu a batata assar. Parabéns à equipe que apertou o tal Xico.
Esta pressão que o Xico está sentindo é fruto da reunião ocorrida recentemente entre renomados ambientalistas de Campinas e moradores do entorno.
O Governador´disse então que vai se reunir com o Ministro da Defesa, Nélson Jobim para discutir sobre os impactos ambientais que ocorrerão, mas, que defende a urgente ampliação e que ela seja feita na forma de concessão.
Concessão de direito real de uso é claro porque assim não se ocupa com obras, principalmente em ano eleitoral que precisa de foco , e já encaminha para a iniciativa Privada a posse definitiva do mega Empreendimento.
Mas, de qualquer forma é salutar saber que o secretário sentiu a batata assar. Parabéns à equipe que apertou o tal Xico.
domingo, 28 de junho de 2009
SERRA AVANÇA E SABESP AGORA QUER SER UMA MULTINACIONAL
A companhia de saneamento e abastecimento do Estado de São Paulo está de olho no mercado internacional. Empresa de economia mista que tem como principal acionista o governo paulista, desde 2002 tem suas ações negociadas na bolsa de valores paulista e até de Nova Iorque, e agora começa a planejar a atuação em países da América do Sul.
Os analistas da empresa começaram a estudar discretamente as possibilidades de atuação nos vizinhos Paraguai, Argentina e Uruguai. Eles estão de olho no potencial do Aquífero Guarany, o gigantesco reservatório de água no subsolo dos três países, mais o Brasil.
Os estudos ainda estão em fase inicial e não se pode tirar qualquer conclusão das primeiras prospecções, a não ser que os nossos vizinhos do Mercosul não possuem uma estrutura pública ou privada adequada para o tratamento e distribuição de água.
O passo em direção ao mercado internacional não implica, segundo fontes do setor, na venda das ações da companhia em poder do governo paulista, em um processo de privatização. O governador José Serra descartou essa possibilidade porque pretende transformar a empresa em um dos seus cartões de visita para uma possível candidatura à Presidência da República nas eleições de outubro do próximo ano pelo PSDB.
Nos últimos anos, a Sabesp vem intensificando campanhas de comunicação e marketing para se descolar da imagem de principal responsável pela poluição do Rio Tietê, um símbolo e exemplo do atraso no atual modelo de desenvolvimento industrial e de ocupação urbana do País.
A depender do comportamento das ações da Sabesp na Bovespa e na Bolsa de Nova Iorque, a companhia pretende, a médio prazo, se mostrar como a salvadora do Tietê que ela ajudou a transformar em esgoto.
Fonte :http://www.defensoria.org.br/langs/noticias_visualizacao.php?not_id=629
Os analistas da empresa começaram a estudar discretamente as possibilidades de atuação nos vizinhos Paraguai, Argentina e Uruguai. Eles estão de olho no potencial do Aquífero Guarany, o gigantesco reservatório de água no subsolo dos três países, mais o Brasil.
Os estudos ainda estão em fase inicial e não se pode tirar qualquer conclusão das primeiras prospecções, a não ser que os nossos vizinhos do Mercosul não possuem uma estrutura pública ou privada adequada para o tratamento e distribuição de água.
O passo em direção ao mercado internacional não implica, segundo fontes do setor, na venda das ações da companhia em poder do governo paulista, em um processo de privatização. O governador José Serra descartou essa possibilidade porque pretende transformar a empresa em um dos seus cartões de visita para uma possível candidatura à Presidência da República nas eleições de outubro do próximo ano pelo PSDB.
Nos últimos anos, a Sabesp vem intensificando campanhas de comunicação e marketing para se descolar da imagem de principal responsável pela poluição do Rio Tietê, um símbolo e exemplo do atraso no atual modelo de desenvolvimento industrial e de ocupação urbana do País.
A depender do comportamento das ações da Sabesp na Bovespa e na Bolsa de Nova Iorque, a companhia pretende, a médio prazo, se mostrar como a salvadora do Tietê que ela ajudou a transformar em esgoto.
Fonte :http://www.defensoria.org.br/langs/noticias_visualizacao.php?not_id=629
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Documentário Discuta Viracopos
Vídeo documentário testemunhal que visa contribuir com a sociedade no sentido de esclarecer aspectos da mega ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos pouco ou nada divulgados pelos meios de comunicação.São múltiplos os impactos ambientais e sociais negativos que surgirão com o propalada mega ampliação.Este blog pretende ser um canal aberto para discussões.
visite o site : www.discutaviracopos.com.br
terça-feira, 23 de junho de 2009
De como Pôncio Pilatos virou Vigário contista.

Recentemente, por obra do destino casuístico ocorreu mudanças na legislação, que redefiniu as atribuições do Consema tirando deste a competência para apreciar todos os EIA-Rimas. Eles só irão ao organismo em casos especiais, quando solicitado pelo secretário do Meio Ambiente ou por deliberação do plenário a requerimento de um quarto de seus membros.
Tal providência dos bastidores do poder, deixou atônitos todos os cidadãos que temem pela degradação total da qualidade de vida da Região Metropolitana de Campinas com o famigerado projeto megalomaníaco da ampliação do Aeroporto de Viracopos, ao lerem nos jornais a assertiva :
-“Não há motivo para avocar o conselho para discutir os estudos. As audiências públicas têm ocorrido para dar transparência ao processo, o Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental (Daia) tem acompanhado as audiências e recebido os pleitos da comunidade e caberá à Cetesb decidir se concede a licença ambiental ou não”, afirmou então o Francisco (ou Xico com X de Xuxa) Graziano , secretário de Estado do Meio Ambiente.
Ficou assim evidente que o Sr. Francisco, que também é Presidente do Consema, lavou as mãos para a questão, atendendo aos interesses do Governo Estadual e Federal , lembrando as ações do famoso Pôncio Pilatos.
Discussões à parte sobre se seria ou não competência deste órgão ou mesmo do Estado a concessão de Licenciamento Ambiental , foi criada em Campinas uma Comissão de renomados ambientalistas e moradores que foram recebidos ontem 22/06 pelo Sr. Francisco Graziano, que mudou literalmente o discurso e disse , segundo os jornais de hoje, que os critérios técnicos irão prevalecer na análise do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) das obras de ampliação do Aeroporto de Viracopos e que, se for necessário, irá exigir novos estudos e que poderá avocar o Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) para analisar a viabilidade ambiental da obra. “Aqui nada é irreversível”, em alusão a fala do Prefeito de Campinas , que no dia anterior havia feito medonho pronunciamento sobre irreversibilidade.
Tudo leva a crer que o Sr. Francisco quer mesmo é atrasar a luta dos Ambientalistas que podem ficar seduzidos por tamanha benevolência, tamanha benemeritude ambiental. Um verdadeiro Conto do Vigário.
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